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Uma perspectiva sobre o câncer de mama

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Pesquisas apontam que 95% dos casos de câncer de mama têm causas emocionais. Essa informação é um alerta para as mulheres que, muitas vezes, tomam para si grandes responsabilidades, como um jogador que dribla os adversários e leva a bola nos peitos com a grande missão de fazer um gol.

Quando essa bola é cheia de desafios, decepções e desencantos, e não há tempo nem espaço para os prantos, o corpo sinaliza.

São tantas as demandas sociais, de filhos, de pais, de companheiros, do trabalho, que o tempo torna-se escasso para as demandas pessoais de se dar o prazer de até nada fazer. E assim as suas células, inteligentes e pensantes adoecem, sinalizando que é hora de parar. Parar para chorar os prantos que o tempo escondeu dentro do peito e, apesar de ser de uma forma muito dolorida, vem convidar a mudar o seu olhar.

Olhar para si, alterar a sua rotina, cuidar melhor da sua alimentação, evitando produtos que alimentem as células cancerígenas, como açúcar, enlatados, dentre outros.

Na minha percepção, as doenças que nos acometem se manifestam para nos ensinar. Para curar a nossa Alma. E o nosso corpo envia-nos um recado dizendo que é hora de recomeçar. De fazer diferente e de se perguntar quanto tempo estou tendo para cuidar de mim? Para me amar? Para sentir, sorrir, chorar? Quanto tempo tenho para por para fora as minhas angústias e esvaziar, literalmente, o meu peito e me sentir mais livre para enchê-lo do que me dá satisfação?

Podemos fazer a escolha de olhar para a doença de forma amigável, acolhendo-a e buscando compreender a sua função naquele momento em que se apresenta na vida, ou brigar com ela e se revoltar. No segundo caso, quem você acha que vai vencer?

Na visão sistêmica, quando reverenciamos a doença e a acolhemos com amor e escuta, torna-se mais fácil a cura; conviver com ela de forma harmoniosa até que tudo se resolva, mesmo que a solução não seja a que desejamos.

Acredito que somos potencialmente vulneráveis a qualquer tipo de doença e é preciso manter uma qualidade de vida para que esse ciclo não seja ativado. Pois, quando a nossa Alma sofre desconforto ou é contrariada nos seus desejos a desarmonia se instala por meio da doença.

O convite é para que nos amemos mais, primeiro a nós e depois aos nossos próximos, entendendo a proximidade por aquele que precisa de um olhar de compaixão e não simplesmente aqueles que se encontram perto de nós.

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